![]() |
![]() AcepipesSirva-se à vontade.10.8.08 Acalanto (Lundu) É tão pouco tempo Mas é tão pouco o tempo Que temos para tanto que se quer estar É um bom momento Mas é tão bom momento Um verdadeiro acalanto o seu olhar Veja menina, que beleza! Que belo dia que a gente se entregou Poderia ser qualquer um Poderia ser, mas não foi Foi do jeito que a gente sonhou Para ouvir, clique aqui. Saideras: 30.5.08 Haikai de tanto amar 1. tenho uma mania sonhar você de noite amar você de dia 2. arde, queima e péla pelo peito amar-te, bela 3. e eu nem vejo os efeitos do aquecimento global, quando te beijo Saideras: 7.4.08 Sem-tido I (ou A Busca do Non Sense Útil) Cedo ou tarde, toda flor, amor e pena. Violetas violentas, rosas rosadas, margaridas amarguradas, Copo de leite e bolachas maizena. Saideras: 24.3.08
Saideras: . Esquecer quando se quer, esquece. Esquecer, só quando há tempo. Quando não importa mais. Ou com uma boa dose de um mesmo remédio. (É assim que te esqueço diariamente). Saideras: 15.1.08 . Samba pra aliviar To querendo aliviar a minha vida Vou trazer ela mais perto E de certo, meu peito vai sentir Meu coração bater feliz Eu preciso desse sorriso-menina Que invade o meu dia Que preenche meu corpo da mais pura alegria E me faz cantar à noite inteira Na praia passeia E marca na areia Mil notas à beira-mar (o povo parado, só admirando, turistas de todo lugar) O Sol se despede A Lua clareia Motivo pra me aproximar (já apaixonado, dançando com ela um samba de gafieira) Ela sorri comigo Como quem não quisesse parar E quando eu tento um beijo Faz charme pra me maltratar (mas o que que há?!) E eu canto essa música Pra ela Pra disfarçar Pra aliviar E tudo que eu tenho pra dizer, já deu pra sacar Para ouvir, clique aqui. Saideras: 20.8.07 . A alegria em seu nome Um sorriso anunciou O encanto que chegou Em um nome de mulher Era tanto o que sentia Que só mesmo a alegria No meu peito dava pé E eu que quase desistindo Sempre quis um amor sorrindo do meu lado a sambar Foi da sua boca Que aprendi o meu samba E a cadência que devo cantar A alegria vive em seu nome E em seu nome eu quero viver Quando for dançar esse canto Eu também vou dançar com você Para ouvir, clique aqui. Saideras: 16.6.07 Dor foi embora música: Rafael Ramos / letra: Marcelo Magalhães Morena, De sorriso gentil, Pegou suas coisas, partiu O meu coração Sem ela, Fiz reza, até vi novela Acendi uma vela pro meu santo protetor São Jorge, por favor! Mas foi pra minha alegria Lua cheia trouxe dia E o meu amor voltou A melodia que escrevia, Parou bem no meio da linha E foi aos beijos que dancei o refrão E a dor que me inspirou, Foi-se embora, Veio a musa, E do vinho fez-se uva MP3 - Para ouvir, acesse o disco virtual com a senha 'acepipes'. Uma parceria com meu querido amigo Marcelo Magalhães, poeta, cantor e carioca de profissão. Espero que dancemos todos no refrão. Grande abraço! Saideras: 14.5.07 Cruz de benção O beijo de adeus Uma cruz de benção Meus lábios em suas mãos O sorriso seu Um amor imenso Acalma meu coração Na hora de ir nunca doeu Pois sabia, seus olhos eram meus Sabia que ao voltar Eles iriam sorrir pra mim à noite inteira A noite não ia ter fim Nosso amor é paz, meu bem Não se esqueça disso não Ele leva além Paz, meu bem Entre nós Não há marca ferida Quando houver a partida Vou lembrar Para ouvir, clique aqui. Saideras: 8.5.07
Saideras: . E eu Que só queria ser feliz Ganhei uma desilusão E alguns testes de auto-conhecimento Para passar o tempo Logo eu Que só queria ser feliz Achei dentro da minha alegria A dor de uma dúvida Que duvida da própria dor (Não sei bem porque também, do amor) Mas a vida muda E um dia se emudece para o passado Como se, quisesse viver, a própria vida Liberta e vívida E aí então Nesse dia Eu, que só queria ser feliz, Seria . Saideras: 14.3.06 A harmonia de ser nós dois A ilusão de ser só um Eu respiro em seu peito E você no meu Um mesmo ar Saideras: As horas passam lisas quando eu largo a mão do tempo e me perco em seus olhos. Saideras: 21.2.06 A dor do sambista Que mora no morro Que morre de amor E canta É simples É pobre É rica de vida Os que nada têm, fascina E de inveja, machuca os que nada sentem A canção ritmada na ponta dos dedos Um bumbo dentro De angústia e sofrimento Marcando o compasso O sal que escorre à face Que encharca o peito Tempera o samba Colhe das palavras arte Num lindo canto Mas com um nó na garganta Amor de sambista Que morre no morro Que mora na dor Encanta Saideras: 15.2.06 . Pra você ouvir música: Rafael Ramos / letra: Maurício Duarte dos Santos Não quero mais saber dos seus passos Não quero saber onde está você Vai me desculpar, tenho a vida pra viver Hoje prometo lembrar de te esquecer (vou te esquecer) Saio pela noite escura Em algum canto Acho a minha cura E nem mesmo suas juras Seus olhos de abismo Me farão cair Vou seguir Vou seguir Hoje eu vou dançar, dançar Hoje eu vou dançar, Pra todo mundo enxergar Hoje eu vou dançar, dançar Até a minha dor passar... MP3 - Para ouvir, acesse o disco virtual com a senha 'acepipes'. Minha primeira parceria com o grande poeta Maurício dos Santos. Essa versão foi gravada dia 7 de fevereiro na sala de casa com um velho gravador. Com a participação especialíssima de Da Vila na percussa. . Saideras:
Saideras: 3.2.06 . A tarde me arde ácida de pensamentos. Tortura de gota em gota, até que fura. Nem sei mais o que é dor e o que é loucura. O fim do dia querendo ser só meu E eu querendo só ser. Um humano que nada sente. Desumano como folha seca, que se move pela sorte dos ventos. Mas a tarde me arde ácida de pensamentos. . Saideras: 11.1.06 . Cheiro de Flor A cigana falou Que era amor verdadeiro Como cheiro de flor Que brotou no canteiro Tudo era canção Dessas de que quando se lembra Se vive tudo de novo Tudo era sabor Desses que se experimenta E nunca mais perde o gosto Nada era silêncio Desses de ensurdecer a alma E cala por mais um tempo Nada era sem cor Desses falsos amores Que se esvaem ao vento Não se pode ignorar tão bela flor Para que ela seja eterna Plantada no coração É pra sempre primavera MP3 - Para ouvir click aqui com o botão direito e salve o destino . Saideras: 23.12.05 . Questão de presença (Fábio Chiorino/ Rafael Ramos) Com ela, eu sou mais eu Mas sem ela, nem lembro mais de mim Com ela, sou a inocência da criança E sem ela, eu sou assim Todo previsível como gente grande Com ela, eu sou a alegria Mas sem ela, sou só ressentimento Com ela, eu sou completo E sem ela, eu sou metade ao vento Sem ter onde cair É uma questão de presença É tudo uma questão de presença Com ela, a música toca Sem ela, tudo é ruído Com ela, eu me divirto Mas sem, ela nem sai sorriso É uma vida chata Com ela, a mente trabalha Sem ela, o ócio me vence Com ela, a simpatia me cerca Mas sem ela, a implicância preenche E eu fico um chato É uma questão de presença É tudo uma questão de presença MP3 - Para ouvir click aqui com o botão direito e salve o destino Essa parceria com meu grande amigo, Fábio Chiorino, foi muito prazeirosa. O texto original é uma bela poesia e foi muito interessante todo o processo para transformá-la em música. Grande abraço, mestre! Saideras: ![]() Saideras: 16.11.05 . O Rio sem você Sem você o Rio perdeu o samba Não tem malandro, nem bamba E o sol parou de brilhar As praias ficaram todas vazias Numa quarta-feira de cinzas Uma ressaca forte de mar A tristeza tomou conta da passarela Nem o samba da Portela Fez meu coração parar de chorar E na quadra da minha Verde-e-Rosa Não teve verso, nem prosa E a passista teve que parar de sambar O Rio sem você... MP3 - Para escutar click aqui com o botão direito e salve o destino . Saideras: 30.10.05 . Tempestade Não parou de chover Nem um dia se quer Alagou toda cidade Água pelo barracão Molhou todo meu colchão Afogou a felicidade Já não tenho onde dormir Já pensei em sair daqui Mas eu vou pra onde? Se em todo lugar esse tempo castiga Dessas nuvens negras não vejo a saída Eu vou pra onde? Tenho que aprender a nadar Pra poder viver Se essa chuva não parar de molhar Posso tudo perder MP3 - Para escutar click aqui com botão direito e salve o destino . Saideras: 24.6.05 . Sonhar é uma iminente polifilia de quereres. . Saideras: 3.6.05 ![]() Saideras: . Não é rosa, nem é flor Em cada sílaba sua, uma bala Que pra mim, uma cilada Não sei se protejo o rosto ou a sala Do sangue que vai brotar Você consegue ser tão dura Que pouco me dura Que nem o meu pára Pára o metralhar de palavras Em cada tiro certo seu Acerta o meu e me desconcerto Para quê tanta dor? Minha rosa não é mais flor Sua delicadeza se foi Será que também o nosso amor? Meu coração cravejado Quer silêncio para escutar os próprios tunduns . Saideras: 27.8.04 . Está doendo meu peito E não tenho pra quem falar Essa é a pior solidão Queria alguém pra dividir Que sofra comigo Como se a dor sentisse Seríamos então, dois solitários De uma mesma paixão Dois amigos ou amantes Ombro a ombro Lado a lado Está doendo meu peito E não tenho pra quem falar Essa é a pior solidão Queria alguém que dissesse Que isso é bobeira minha Que não deveria estar assim Seríamos então, dois solitários De paixões desiguais Duas verdades ou mentiras Ombro a ombro Lado a lado . Saideras: ![]() Saideras: 12.8.04 . Tropeço Eu tropecei na frente dela E não tinha porque ela rir tanto O riso dela era o único que não poderia Mas veio fácil, veio às gargalhadas Maldito tropeço! Quando com ela encontrava, Era como se ela visse meu tropeço novamente Ela ainda estava rindo da topada O desatento tropeço do tapado Eu não sou só tropeço Eu não sou tão tapado No meu desajeito Todo mundo já caiu Esqueça a cena Esqueça a risada Volte a sorrir Amarelo pra mim . Saideras: 22.6.04 . Sexta, feira Eu percebo que o tempo passa, toda sexta-feira. É que perto de casa, toda sexta, tem feira. Toda sexta, feira. Aquele cheiro de pastel que invade meu carro de manhã, embrulha meu estômago e me avisa: é o fim da semana que chegou de novo. Hoje, fritura é o cheiro do passar dos dias. Pastel é nostalgia pra mim. Toda sexta, feira. E de cesta na mão, novamente vai aquela mulher comprar um pastel para matar a fome e o meu tempo. Toda sexta, feira. . Saideras: 13.5.04 . DUENDES NÃO ACREDITAM EM MIM. . Saideras: 6.5.04 ![]() Saideras: Eu acredito nas improbabilidades. Saideras: 27.4.04 ![]() Saideras: O vinho envelhece de corpo, não de alma. Por isso, mesmo depois de anos, ele ainda é vinho. Se envelhecesse por inteiro, vinagre seria. . Saideras: 12.3.04 Tudo começa pelo dedo. Um toque, um gesto, uma conta, um chamado, um alívio ou um insulto. O dedo é o começo. Saideras: ![]() Saideras: Você foi uma parede ontem. Dividiu, bloqueou, limitou. Mas o pior, você era branca. Acabei ficando sem palavras Saideras: Fono I Nha, nho, nha, nhei, Nho, nha, nha, Nhem, nhem, Plut, plutz, plu Bla, bla. Até a próxima Dr. Joca. Saideras: 9.2.04 ![]() Saideras: Olá... Mesa para quantos? Saideras: |
![]() |