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![]() AcepipesSirva-se à vontade.21.2.06 A dor do sambista Que mora no morro Que morre de amor E canta É simples É pobre É rica de vida Os que nada têm, fascina E de inveja, machuca os que nada sentem A canção ritmada na ponta dos dedos Um bumbo dentro De angústia e sofrimento Marcando o compasso O sal que escorre à face Que encharca o peito Tempera o samba Colhe das palavras arte Num lindo canto Mas com um nó na garganta Amor de sambista Que morre no morro Que mora na dor Encanta Saideras: 15.2.06 . Pra você ouvir música: Rafael Ramos / letra: Maurício Duarte dos Santos Não quero mais saber dos seus passos Não quero saber onde está você Vai me desculpar, tenho a vida pra viver Hoje prometo lembrar de te esquecer (vou te esquecer) Saio pela noite escura Em algum canto Acho a minha cura E nem mesmo suas juras Seus olhos de abismo Me farão cair Vou seguir Vou seguir Hoje eu vou dançar, dançar Hoje eu vou dançar, Pra todo mundo enxergar Hoje eu vou dançar, dançar Até a minha dor passar... MP3 - Para ouvir, acesse o disco virtual com a senha 'acepipes'. Minha primeira parceria com o grande poeta Maurício dos Santos. Essa versão foi gravada dia 7 de fevereiro na sala de casa com um velho gravador. Com a participação especialíssima de Da Vila na percussa. . Saideras:
Saideras: 3.2.06 . A tarde me arde ácida de pensamentos. Tortura de gota em gota, até que fura. Nem sei mais o que é dor e o que é loucura. O fim do dia querendo ser só meu E eu querendo só ser. Um humano que nada sente. Desumano como folha seca, que se move pela sorte dos ventos. Mas a tarde me arde ácida de pensamentos. . Saideras: |
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